Lápis Mágico

No alto daquela serra

No alto daquela serra uma cantiga de roda, passada de geração em geração.

No alto daquela serra, cantiga de roda

As cantigas de roda são de origem popular, constituídas por textos ritmados e com repetições, próprios das cantigas, associadas às brincadeiras de roda e passadas de geração em geração.

As crianças dão as mãos e formam uma roda, cantando a cantiga de roda e, normalmente, fazendo uma coreografia associada à letra da música.

Hoje em dia, estas brincadeiras de roda caíram um pouco no esquecimento mas são usadas para entreter as crianças nas creches e escolas, por serem divertidas e fáceis de memorizar.

No alto daquela serra
no alto daquela serra
está um lenço
está um lenço a acenar

Está dizendo viva, viva
está dizendo viva, viva
morra quem , morra morra quem não sabe amar.

Do outro lado do monte do outro lado do monte tem meu pai tem meu pai um castanheiro

Dá castanhas em outubro dá castanhas em outubro uvas brancas uvas brancas em janeiro.

Mais versões:

Ajoelho aos teus pés e rezo Ajoelho aos teus pés e rezo Nem assim, nem assim tens compaixão Nem assim, nem assim tens compaixão

Levanta-te e dá-me um beijo Levanta-te e dá-me um beijo Amor do, amor do meu coração Amor do, amor do meu coração

No alto daquela serra No alto daquela serra Está um lenço, está um lenço de mil cores Está um lenço, está um lenço de mil cores

Está dizendo viva viva Está dizendo viva viva Morra quem, morra quem não tem amores Morra quem, morra quem não tem amores

Ajoelho aos teus pés e rezo Ajoelho aos teus pés e rezo Nem assim, nem assim tens compaixão Nem assim, nem assim tens compaixão

Levanta-te e dá-me um beijo Levanta-te e dá-me um beijo Amor do, amor do meu coração Amor do, amor do meu coração

No alto daquela serra | Edições Convite à música

No Alto Daquela Serra - Jorge Benvinda, Vitorino


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