Lápis Mágico

Provérbios de abril

Conheça alguns provérbios tradicionais portugueses sobre o mês de abril

Provérbios de abril

– Abril chove para os animais e Maio para as bestas.

– Abril chuvoso e Maio ventoso fazem o ano formoso.

– Abril com chuvadas, mentes amuadas.

– Abril e flores, alergias e suas dores.

– Abril e Maio são as chaves de todo o ano.

– Abril e Maio, chaves do ano.

– Abril frio dá pão e vinho.

– Abril frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.

– Abril frio traz pão e vinho.

– Abril leva as peles a curtir.

– Abril mete a ovelha no covil.

– Abril molhado, ano abastado.

– Abril molhado, sete vezes trovejado.

– Abril queima-se o carro e o carril.

– Abril vai a velha aonde há-de ir e a sua casa vem dormir.

– Abril, Abril, está cheio o covil.

– Abril, Abrilete, é o mês do ramalhete.

– Abril, águas mil e em Maio três ou quatro.

– Abril, águas mil, cabem todas num barril.

– Abril, águas mil, coadas por um funil.

– Abril, águas mil, peneiradinhas por um mandil.

– Abril, águas mil, quantas mais puderem vir.

– Abril, águas mil.

– Abril, cheio o covil.

– Abril, espigas mil.

– Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado.

– Abril, queijos mil e em Maio, três ou quatro.

– Abril, tempo de cuco, de manhã molhado e à tarde enxuto.

– Água de Abril, peneirada por um mandil.

– Em abril corta um cardo, nascerão mais de mil.

– Em abril dá a velha a filha, por um pão a quem lha pedir.

– Em abril deita-te a dormir.

– Em abril dorme o moço ruim e em Maio dorme o moço e o amo.

– Em abril e Maio moenda para todo o ano.

– Em Aabril guarda o gado e vai onde tens de ir.

– Em abril queijos mil e em Maio, três ou quatro.

– Em abril lavra as altas, mesmo com água pelo machil.

– Em abril o boi bebe no rio.

– Em abril pelos favais vereis o mais.

– Em abril queimou a velha, o carro e o carril; e uma cambada que ficou, em Maio a queimou.

– Em abril queima a canga e o canzil.

– Em abril queima a velha o carro e o carril e deixa um tição para Maio, para comer as cerejas ao borralho.

– Em abril queima a velha o carro e o carril e o que ficou, em Maio o queimou.

– Em abril queima a velha o carro e o carril, uma camba que ficou, ainda em Maio a queimou e guardou o seu melhor tição para o mês de São João.

– Em Abril quer-se águas mil coadas por um mandil.

– Em Abril, a Natureza ri.

– Em Abril, a rês perdida recobra vigor e vida.

– Em Abril, a velha vai e volta ao seu covil.

– Em Abril, abre a porta à vaca e deixa-a ir.

– Em Abril, águas mil e em Maio, três ou quatro.

– Em Abril, águas mil que caibam num barril.

– Em Abril, águas mil, coadas por um funil.

– Em Abril, águas mil, coadas por um mandil.

– Em Abril, águas mil, que caibam num barril.

– Em Abril, águas mil.

– Em Abril, cada pulga dá mil.

– Em Abril, cavar e rir.

– Em Abril, corta um cardo e nascerão mil.

– Em Abril, de uma nódoa tira mil.

– Em Abril, enchem o covil.

– Em Abril, espigar.

– Em Abril, guarda o teu gado e vai aonde tens de ir.

– Em Abril, lavra as altas, mesmo com água pelo machil.

– Em Abril, mau é descobrir.

– Em Abril, o cuco há-de vir.

– Em Abril, pelos favais vereis o mais.

– Em Abril, queijos mil e em Maio, três ou quatro.

– Em Abril, queijos mil.

– Em Abril, queima a canga e o canzil.

– Em Abril, queima a velha, o carro e o carril.

– Em Abril, queima a velha, o chambaril.

– Em abril, queima o velho o carro e o carril e uma camba que guardou, ainda em Maio a queimou.

– Em abril, queima-se o carro e o carril.

– Em abril, queimou a velha o carro e o carril; e uma cambada que ficou em Maio a queimou.

– Em abril, sai a bicha do covil.

– Em abril, sai a velha do seu covil, dá uma volta e torna a vir.

– Em abril, sai o bicho do covil.

– Em abril, um pão e um merendil.

– Em abril, vai a velha aonde há-de ir e torna outra vez ao seu covil.

– Em abril, vai a velha aonde tem de ir e vem dormir ao seu covil.

– Em abril, vai a velha onde quer ir e a sua casa vem dormir.

– Em abril, vai a velha onde quer ir e a sua casa vem dormir.

– Em abril, vai aonde hás-de ir e volta ao teu covil.

– Em abril, vai onde deves ir, mas volta ao teu covil.

– A água com que no Verão se há-de regar, em abril há-de ficar.

– A água de abril é água de cuco, molha quem está enxuto.

– A água que no Verão há-de regar, em abril e maio há-de ficar.

– A água, em abril, carrega o carro e o carril.

– A aveia até abril, está a dormir.

– A carranca é mãe do cuco, vem ao princípio de abril e diz ao maio que seu filho está para vir.

– A geada de março tira o pão do baraço e a de abril nem ao baraço o deixa ir.

– A invernia de março e a seca de abril põe o lavrador a pedir.

– A sardinha de abril é vê-la e deixá-la ir.

– A ti, chova todo o ano, e a mim, abril e maio.

– A três de abril, o cuco há-de vir e, se não vier a oito, está preso ou morto.

– Água de Maio e três de Abril valem por mil.

– Água que em Abril ficar, no Verão há-de regar.

– Água que no Verão há-de regar, em Abril há-de ficar.

– Águas de Abril são moios de milho.

– Águas de regar, de Abril e Maio hão-de ficar.

– Altas ou baixas, em Abril vêm as Páscoas.

– Antes a estopa de Abril, que o linho de Março.

– Ao princípio e ao fim, Abril costuma ser ruim.

– As manhãs de Abril são boas de dormir.

– Aveia até Abril está a dormir.

– Borreguinho de Abril, tomaras tu mil.

– Camponês em Abril tem bagaço no cantil.

– De grão te sei contar que em Abril não há-de estar nascido nem por semear.

– De Março a Abril há muito que pedir.

– De Março a Abril há pouco que rir.

– Depois de Ramos, na Páscoa estamos.

– Do pão te hei-de contar, que em Abril não há-de estar nascido, nem por semear.

– É mau por todo o Abril ver o céu a descobrir.

– É próprio do mês de Abril, as águas serem mil.

– Em Abril a velha sai e volta ao seu covil.

– Em Abril abre a porta à vaca e deixa-a ir.

– Em Abril ainda queima a velha o carro e o carril e deixa um tição para Maio, para comer as cerejas ao borralho.

– Em Abril cada pulga dá mil.

– Em Janeiro junta a perdiz ao parceiro, em Fevereiro faz um rapeíro, em Março faz o covacho, em Abril enche o covil, em Maio, pi-pi-pÍ para o mato.

– Em Janeiro seca a ovelha no fumeiro, em Março no prado e em Abril se vai medir.

– Em Janeiro seca a ovelha suas madeixas ao fumeiro; em Março, no prado e em Abril as vai urdir.

– Em lua de Abril tardia, nenhum lavrador confia.

– Em Março queima a velha o maço e em Abril, os arcos e o barril.

– Em Março, merenda o pedaço e em Abril, merenda o merendil.

– Em tempos de cuco, de manhã molhado, à tarde enxuto.

– Entre Abril e Maio, moenda para todo o ano.

– Entre Março e Abril, o cuco há-de vir ou o fim do mundo está para vir.

– Entre Março e Abril, o cuco há-de vir.

– Entre Março e Abril, o cuco ou é morto ou está para vir.

– Enxame de Abril para mim; de Maio para o meu irmão.

– Enxames em Abril, mil; em Maio, apanhai-os; pelo São João, apanhai-os ou não.

– Estação primaveril, cravos de Abril.

– Fevereiro couveiro, faz a perdiz ao poleiro; Março, três ou quatro; Abril, cheio está o covil; Maio pio-pio pelo mato; Junho como um punho; em Agosto as tomarás a cosso.

– Fevereiro recoveiro faz ir a perdiz ao poleiro, em Março, três ou quatro.

– Flores de Abril, coração gentil.

– Guarda pão para Maio e lenha para Abril.

– Horas de Abril ensolaradas põem mulheres descascadas.

– Inverno de Março e seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.

– Janeiro geadeiro, Fevereiro aguadeiro, Março chover cada dia seu pedaço, Abril águas mil coadas por um funil. Maio pardo celeiro grado, Junho foice em punho.

– Janeiro gear, Fevereiro chover. Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer. Junho ceifar, Julho debulhar, Agosto engavelar. Setembro vindimar, Outubro revolver, Novembro semear, Dezembro nasceu Deus para nos salvar.

– Janeiro gear. Fevereiro chover, Março encanar, Agosto recolher. Setembro vindimar.

– Janeiro geoso, Fevereiro gravanoso, Março amoroso e Abril ventoso fazem o ano formoso.

– Janeiro geoso. Fevereiro nevoso. Março frio e ventoso. Abril chuvoso e Maio pardo, fazem um ano abundoso.

– Lama de Abril vale por mil.

– Mais vale uma chuvada entre Março e Abril, do que o carro, os bois, a canga e o canzil.

– Manhãs de Abril, boas de andar e doces de dormir.

– Manhãs de Abril, boas de andar, doces de dormir.

– Março ventoso e Abril chuvoso, do bom colmeal farão astroso.

– Março ventoso, Abril chuvoso, fazem o ano formoso.

– Março ventoso, Abril chuvoso, Maio florido e formoso.

– Março ventoso. Abril chuvoso, de bom colmeal farão desastroso.

– Março, encanar; Abril, espigar.

– Mau é Abril ver o céu a descobrir.

– Mau é por todo o Abril ver o céu a descobrir.

– Moinha de Abril vale por mil.

– Morraceira de Abril vale por mil.

– Não há mês mais irritado que o Abril zangado.

– Negócios no mês de Abril, só um é bom entre mil.

– Nevoeiro de Março não faz mal, mas o de Abril leva o pão e o vinho.

– No fim de Abril ninguém gabe madressilva nem desfolhe malmequeres.

– No princípio ou no fim, Abril sói ser ruim.

– No princípio ou no fim, costuma Abril a ser ruim.

– No saber trabalhar, amar e sofrer, está a arte de bem viver.

– Nódoa de Abril não há mês que a tire.

– Nunca a chuva de Abril é mau tempo.

– O grão em Abril, nem por semear nem nascido.

– O que Abril deixa nado, Maio deixa-o espigado.

– O vinho de Abril é gentil

– Pelo São Marcos (25/4) o trigo sacho, nem nabo, nem saco.

– Por Abril corta um cardo, nascerão mil.

– Por Abril dorme o moço madraceirão e por Maio, dorme o moço e o patrão.

– Por Abril, dorme o moço ruim e por Maio, dorme o moço e o amo.

– Por onde Abril e Maio passou, tudo espigou.

– Por onde Abril passou, tudo espigou.

– Por São Marcos (25/4), bogas e sáveis nos barcos.

– Por todo o Abril não te descobrir.

– Por todo o Abril, mau é descobrir.

– Primeiro de Abril, mentiras mil.

– Quando chegar Abril, tudo vai florir.

– Quando Março sai ventoso, sai Abril chuvoso.

– Quem caracóis come em Abril, aparelhe cera e panil.

– Quem em Abril não merenda, ao cemitério se encomenda.

– Quem em Abril não varre a eira e em Maio não rega a leira, anda todo o ano em canseira.

– Quem mata uma mosca em Abril, mata mais de mil.

– Quem me vir e ouvir, guarde pão para Maio e lenha para Abril.

– Ramos molhados, são louvados.

– Rês perdida, em Abril cobra vida.

– Rir e cantar em Abril faz saltar.

– Sáveis por São Marcos (25/4) enchem os barcos.

– Se chover em Maio, carregará el-rei o carro e em Abril, carril e entre Abril e Maio, o carril e o carro.

– Se chover entre Maio e Abril, carregará o lavrador o carro e o carril.

– Se entre Março e Abril o cuco não vier, o fim do Mundo está para vir.

– Se não chove em Abril, perde o lavrador couro e quadril.

– Se não chove em Abril, perde o lavrador o carro e o carril.

– Se não chover entre Maio e Abril, dará el-rei o carro e o carril, por uma fogaça e a filha a quem a pedir.

– Se não chover entre Março e Abril, podes vender o carro e o carril.

– Se não chover entre Março e Abril, vende o lavrador os bois e o carril.

– Se não chover entre Março e Abril, venderá el-rei, o carro e o carril.

– Se o cuco não vem entre Março e Abril, ou é morto ou está para vir.

– Se o vires em Março, apanha-o no regaço, se o vires em Abril, deixa-o ir; se o vires em Maio, agarrai-o; se o vires em Junho, nem que seja como um punho.

– Seca de Abril deixa o lavrador a pedir.

– Sol de Abril aquece e o trabalho esquece.

– Sol de Abril, quem no vir, abra a mão e deixe-o ir.

– Sono de Abril deixa-o a teu filho dormir.

– Tarde acordou quem em Abril podou.

– Trinta dias tem Novembro, Abril, Junho e Setembro; de vinte e oito, só há um, e os mais têm trinta e um.

– Uma água de Maio e três de Abril, valem por mil.

– Uma gota de Abril, vale por mil.

– Uma invernia de Janeiro e uma seca de Abril, deixam o lavrador a pedir.

– Vento de Março e chuva de Abril, vinho a florir.

– Vento de Março, chuva de Abril, fazem o Maio florir.

– Videira em Abril a florescer, uvas em Agosto a amadurecer.

– Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.

– Vinho de Abril é gentil.

– Vinho de Março não vai ao cabaço e vinho de Abril não enche cantil.


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