Lápis Mágico

Provérbios de dezembro

Conheça alguns provérbios tradicionais portugueses sobre o mês de dezembro

Provérbios de dezembro

– Em dezembro a uma lebre galgos cento.

– Em dezembro ande o frio por onde andar, pelo Natal há-de chegar.

– Em dezembro chuva, em agosto uva.

– Em dezembro corta lenha e dorme.

– Em dezembro descansar para em janeiro trabalhar.

– Em dezembro quem vai ao São Silvestre, vai um ano, vem no outro e não se despe.

– Em dezembro treme o frio em cada membro.

– Em dezembro vinho, azeite e amigo sempre do mais antigo.

– Em dezembro, a uma lebre, galgos cento.

– Em dezembro, lenha no lar e pichel a andar.

– Ande o frio por onde andar, pelo Natal cá vem parar.

– Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano, mês a mês até ao final.

– Caindo o Natal à segunda-feira, o lavrador tem de alargar a eira.

– Conceição molhada, festa seca.

– Chuva em novembro, Natal em dezembro.

– De outubro a dezembro não busques o pão no mar.

– De Santa Catarina ao Natal, bom chover e melhor nevar.

– De Santa Catarina ao Natal, mês igual.

– De Santa Luzia ao Natal, ou bom chover ou bom nevar.

– De Santos a Santo André, um mês é; de Santo André ao Natal, três semanas.

– De Santos ao Natal perde a padeira o cabedal.

– De Santos ao Natal, ou bom chover ou bem nevar.

– Depois de o Menino nascer, é tudo a crescer.

– Dezembro com Junho ao desafio, traz Janeiro frio.

– Dezembro diz: olha que o governo está na boca do saco; até Janeiro qualquer burro passa o regueiro, mas para a frente tem de ser forte e valente; se não tens governo depois arreganhas o dente.

– Dezembro frio, calor no estio.

– Dezembro molhado, Janeiro geado.

– Dezembro nasceu Deus para nos salvar.

– Dezembro ou seca as fontes ou levanta as pontes.

– Dezembro quer lenha no lar e pichel a andar.

– Dia de São Silvestre, não comas bacalhau que é peste.

– Dia de São Silvestre, nem no alho nem na reste.

– Dia de São Silvestre, quem tem carne que lhe preste.

– Do Natal a Santa Luzia cresce um palmo em cada dia.

– Do Natal a São João, seis meses são.

– Dos Santos ao Advento, nem muita chuva nem muito vento.

– Dos Santos ao Natal bico de pardal.

– Dos Santos ao Natal é bom chover e melhor nevar.

– Dos Santos ao Natal é Inverno natural.

– Dos Santos ao Natal vai um salto de pardal.

– Em caindo o Natal à segunda-feira, o lavrador tem de alargar a eira.

– Em dia de festa e Natal, atesta a barriga, não faz mal.

– Em dia de Santa Luzia cresce a noite e minga o dia.

– Em dia de Santa Luzia onde o vento fica de lá aporfia.

– Em dia de São Tomé pergunta ao porco que tempo é.

– Em dia de São Tomé, favas à terra.

– Em dia de São Tomé, vão os porcos à pilé.

– Em Natal chuvoso até o diligente é preguiçoso.

– Em outubro, Novembro e Dezembro, abre o teu celeiro e o teu mealheiro.

– Em outubro, Novembro e Dezembro, quem come do mar, tem de jejuar.

– Entrudo borralheiro. Natal em casa, Páscoa na praça.

– Festa do Natal no lar, da Páscoa na Praça e do Espírito Santo no campo.

– Galinhas de São João, pelo Natal ovos dão.

– Janeiro gear, Fevereiro chover. Março encanar, Abril espigar, Maio engrandecer, Junho ceifar, Julho debulhar. Agosto engavelar, Setembro vindimar. Outubro revolver, Novembro semear, Dezembro nasceu Deus para nos salvar.

– Laranja antes do Natal livra o catarral.

– Na mesa de Natal, o pão é o principal.

– Não há ano, afinal, que não tenha o seu Natal.

– Não há em Dezembro valente que não trema.

– Não peças água a Luzia e a Simão, nem sol a António e a João, que eles tudo isso te darão.

– Natal a assoalhar e Páscoa ao luar.

– Natal à segunda-feira, lavrador alarga a eira.

– Natal à sexta-feira, guarda o arado e vende os bois.

– Natal ao sol, Páscoa ao fogo, fazem o ano formoso.

– Natal de rico é bem sortido.

– Natal em casa, junto à brasa.

– Nem em Agosto caminhar, nem em Dezembro marear.

– No dia de Santa Luzia, cresce um palmo cada dia.

– No dia de Santa Luzia, onde o vento fica, de lá aporfia.

– No dia de Santo André, pega o porco pelo pé; se ele disser quié-quié, diz-lhe que tempo é; se ele disser que tal-que-tal, guarda-o para o Natal.

– No dia de São Silvestre, não comas bacalhau que é peste.

– No dia de São Tomé, quem não tem porco, mata a mulher.

– No Natal a casa, junto à brasa.

– No Natal tem o alho bico de pardal.

– No Natal, só o peru é que passa mal.

– No Natal, todo o lobo vira cordeiro.

– No Santo Ambrósio, frio para oito dias.

– Noite de Natal estrelada dá alegria ao rico e promete fartura ao pobre.

– Nos bons anos agrícolas, o Natal passa-se em casa e a Páscoa na rua.

– Nove meses de Inverno e três de Inferno.

– novembro, semear; Dezembro, nascer.

– Nuvens em setembro: chuva em Novembro e neve em Dezembro.

– O ano vai mal, se não há três cheias antes do Natal.

– O Natal ao soalhar e a Páscoa ao luar.

– O Natal em casa e junto da brasa.

– O Natal quer-se na praça, a Páscoa em casa.

– outubro, Novembro e Dezembro, não busques o pão no mar, mas torna ao teu celeiro e abre teu mealheiro.

– outubro, Novembro e Dezembro, não busques o pão no mar.

– outubro, revolver; Novembro, semear; Dezembro, nasceu um Deus para nos salvar; Janeiro, gear; Fevereiro, chover; Março, encanar; Abril, espigar; Maio, engrandecer; Junho, ceifar; Julho, debulhar; Agosto, engravelar; Setembro, vindimar.

– Para o ano não ir mal, hão-de os rios três vezes encher, entre o São Mateus e o Natal.

– Para o ano ser bom, passar o Natal na rua e a Páscoa em casa.

– Pela Conceição, de galinholas um quarteirão.

– Pela Santa Luzia, minga a noite e cresce o dia.

– Pela Senhora da Conceição, favas ao chão; por São Tomé, carregam da ponta ao pé; eu semeio quando me faz conta e carregam do pé à ponta.

– Pelo Natal cada ovelha em seu curral.

– Pelo Natal se houver luar, senta-te ao lar; se houver escuro, semeia outeiros e tudo.

– Pelo Natal, bico de pardal vai ao laranjal.

– Pelo Natal, cada ovelha em seu curral.

– Pelo Natal, lua cheia, casa cheia.

– Pelo Natal, neve no monte, água na ponte.

– Pelo Natal, poda natural.

– Pelo Natal, sachar o faval.

– Pelo Natal, saltinho de pardal.

– Pelo Natal, semeia o teu alhal e se o quiseres cabeçudo, semeia-o no Entrudo.

– Pelo Natal, sol; pela Páscoa, carvão.

– Pelo Natal, tenha o alho bico de pardal.

– Pelo Santo André pega no porco pelo pé. Se ele disser cué-cué, diz-lhe que tempo é; se ele disser que tal, que tal, guarda-o para o Natal.

– Pelo São Nicolau neve e arraia, mas não carapau.

– Pelo São Silvestre, nem no alho nem na reste.

– Por Natal ao jogo e por Páscoa ao fogo.

– Por Natal sol e por Páscoa carvão.

– Por São Silvestre o bacalhau é peste.

– Por Todos-os-Santos, neve nos campos; por dia de São Nicolau, neve no chão.

– Quando o Natal tem o seu pinhão, a Páscoa tem o seu tição.

– Quem quer bom ervilhal semeia antes do Natal.

– Quem quiser bom pombal, ceva-o pelo Natal.

– Quem vareja antes do Natal, fica-lhe a azeitona no olival.

– Quem varejar antes do Natal, deixa azeite no olival.

– Se junho não judia, dezembro não castiga.

– Se os pepinos dessem em dezembro, ninguém os comeria.

– Se te queres livrar de um catarral, come uma laranja antes do Natal.

– Sol de Dezembro sai tarde e põe-se cedo.

– Sol no Natal, chuva na Páscoa.

– Três semanas antes do Natal, Inverno geral.

– Tudo a seu tempo e os nabos no Advento.

– Uma cama em agosto e uma ceia em Natal, quem a quer a pode dar.


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