Lápis Mágico

Provérbios de janeiro

Conheça alguns provérbios tradicionais portugueses sobre o mês de janeiro

Provérbios de janeiro

– Em janeiro deixa a fonte e vai ao ribeiro.

– Em janeiro deixa o rábano ao rabaneiro.

– Em janeiro faz a cama em palheiro.

– Em janeiro todo o burro é sendeiro.

– Em janeiro meia o celeiro; se o vires meado, come regrado.

– Janeiro e Fevereiro, enchem ou vazam o celeiro.

– Janeiro frio e molhado não é bom para o gado.

– Janeiro frio e molhado, enche a tulha e farta o gado.

– Janeiro frio ou temperado, passa-o enroupado.

– Janeiro geadeiro afoga a mãe no ribeiro.

– Janeiro geadeiro, Fevereiro aguadeiro. Março chover cada dia seu pedaço. Abril águas mil coadas por um funil, Maio pardo celeiro grado, Junho foice em punho.

– Janeiro geadeiro, nem boa meda nem bom palheiro.

– Janeiro gear, Fevereiro chover. Março encanar, agosto recolher. Setembro vindimar.

– Janeiro geoso, Fevereiro nevoso. Março frio e ventoso, abril chuvoso e maio pardo, fazem um ano abundoso.

– Janeiro geoso. Fevereiro nevoso, março mulinhoso. Abril chuvoso. Maio ventoso, fazem o ano formoso.

– Janeiro greleiro, não enche o celeiro.

– Janeiro molhado, bom para o tempo e mau para o gado.

– Janeiro molhado, se não cria pão, cria gado.

– Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o arado.

– Janeiro molhado, se não é bom para o pão, não é mau para o gado.

– Janeiro não choveu, o temporão se perdeu.

– Janeiro quente, traz o diabo no ventre.

– Janeiro quer-se geadeiro.

– Janeiro, cada sulco seu regueiro.

– Janeiro, como entra assim sai.

– Janeiro, desapartadeiro.

– Janeiro, geadeiro.

– Janeiro, gear.

– Janeiro, porcos em sendeiro, um dia e não cada dia.

– Em janeiro não metas obreiro.

– Em janeiro neve e frio, é de esperar ardor no estio.

– Em janeiro pasta a lebre no lameiro e o coelho à beira do regueiro.

– Em janeiro põe-te no outeiro e se vires verdear, põe-te a chorar, e se vires terrear, põe-te a cantar.

– Em janeiro seca a ovelha suas madeiras no fumeiro e em março no prado e em Abril as vai urdir.

– Em janeiro semeiam-se muitas abóboras.

– Em janeiro sobe ao outeiro e se vires verdejar, põe-te a chorar e se vires torrear, põe-te a cantar.

– Em janeiro sobe ao outeiro: se vires verdegar, põe-te a chorar; se vires terregar, põe-te a dançar.

– Em janeiro sobe ao outeiro; se vires terrear, põe-te a cantar; se vires verdejar, põe-te a chorar.

– Em janeiro todo o cavalo é sendeiro.

– Em janeiro, busca parceiro.

– Em janeiro, cada ovelha com seu cordeiro.

– Em janeiro, mete obreiro, mês meante que não ante. – Em janeiro, o boi e o leitão engordarão.

– Em janeiro, sete capelos e um sombreiro.

– Em janeiro, sete casacos e um sombreiro.

– Em janeiro, sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires tarrejar, põe-te a cantar.

– Em janeiro, um porco morto, outro no fumeiro.

– Em janeiro, um salto de carneiro.

– Em mês de janeiro Verão, nem palha nem pão.

– Em metade de janeiro mete obreiro.

– Em minguante de janeiro, corta o madeiro.

– Chuva de janeiro, cada gota vale dinheiro.

– Chuva em janeiro e não frio, riqueza no Estio.

– De flor de janeiro ninguém enche o celeiro.

– A água de janeiro traz azeite ao olival, vinho ao lagar e palha ao palheiro.

– A água de janeiro vale dinheiro.

– Água de Janeiro, todo o ano tem concerto,

– Até janeiro qualquer burro passa o regueiro, mas daí para a frente, tem que ser forte e valente.

– Bons dias em janeiro pagam-se em fevereiro.

– Bons dias em janeiro, enganam o homem em fevereiro.

– Canta o melro em janeiro, temos neve até ao rolheiro.

– Cebola ramuda, com neves em janeiro, anuncia dinheiro.

– Em São Vicente (22/1) de janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a chorar; se vires terrear, põe-te a cantar; se vires luzir, põe-te a sorrir.

– Fermento de janeiro, de quarteiro.

– Laranjas em janeiro, dão que fazer ao coveiro.

– Luar de janeiro não tem parceiro, senão o de agosto, que lhe dá de rosto.

– Mês de janeiro e fevereiro, ou enche ou vaga (vaza) o celeiro.

– Mês de janeiro, bom cavaleiro, assim acaba como à entrada.

– Mês de Janeiro, procura a perdiz o companheiro. Fevereiro faz o rapeiro; Março põe três ou quatro; Abril enche o covil; Maio, pi-pi pelo mato.

– Minguante de Janeiro corta madeiro.

– No mês de janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.

– No primeiro de janeiro sobe ao outeiro para ver o nevoeiro.

– O bom tempo de janeiro faz o ano galhofeiro.

– O mês de janeiro, como bom cavalheiro, assim acaba como na entrada.

– O que janeiro deixa nado, maio deixa espigado.

– Pelo São Sebastião (20/1), cada perdiz com o seu perdigão.

– Pelo São Vicente (22/1) pare a chuva e venha o vento.

– Pelo São Vicente (22/1) toda a gente é quente.

– Pelo São Vicente (22/1), toda a água é quente.

– Se gela no São Suplício, haverá ano propício.

– Sol de Janeiro sempre anda atrás do outeiro.

– Trovão em janeiro, nem bom prado, nem bom palheiro.

– Trovões em janeiro, searas de quarteiro.

– Por São Fabião (20/1), laranjinha na mão.

– Por São Sebastião (20/1), laranjinha na mão.

– Por São Sebastião (20/1), laranjinha no chão.

– Por São Vicente (22/1), alça a mão da semente.

– Por São Vicente (22/1), toda a água é quente.

– Primeiro de Janeiro, primeiro dia de Verão.

– Quando o janeiro vem quente, traz o diabo no ventre.

– Quem azeite colhe antes de janeiro, azeite deixa no madeiro.

– São Sebastião (20/1), laranja na mão.

– São Vicente (22/1), alça a mão da semente.

– Se chover dia de Reis (6/1), lavradores não vos descuideis.

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